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homenagem àquele que foi despachado por ele. Tudo, tudo passa! A meu pai-de-santo, Balbino Daniel de Paula, Obaraim - Gbobagúnlè, Babalorisá do Ilé Àse Ópó Aganjú, que permite Ijí Lodé praticar a mais nobre expressão do espírito humano - A Arte do Santo. À Iyalasé Rosa, Òsun Iyómin - minha mãe-de-santo -, a Ajà Gbemin, ao falecido Òdè Faromi - meu Babáefun -, a Baba Ibijare, à Ìyà Àgàn - à falta de sua benevolência -, a Aficodè, a Aja Delé, à Oya Iyemin, à Oya Jinin, a Ògún Jomin, a Baba Ijinan - o pai da sombra de Nàná Buruku -, a Èsù Bíyìí - o concebido, ao ancestre Baba Saoró e aos iniciados irmãos e irmãs-de-santo do terreiro Lésè Òrìsà. A todas as coisas que cruzam intempestivamente o meu caminho voluntário - apropriação é fenomeno poético, não é o poder sobrenatural, mas a expressão do primitivo no homem. O Tigre do Dahomey - A Serpente de Whydah também é dedicado a todos aqueles que de uma forma ou de outra mergulharam fundo na aventura da vida sabendo que “Natureza é Deus e Deus não é somente Natureza” (Goethe - Espinoza). |